1 - A concorrência
entre conferências
2 - Ataque judicial ao
futebol. É a sério?
3 - O encravado
Cravinho e os "casos" que, na tropa, são mais que muitos
4 - Marcelo, o
Grande... e o próximo carnaval eleitoral
5 - Rendeiro e as instituições da
paróquia
6 - Nota enviada a
P--- sobre o militarismo e a NATO
7 – O domínio do eucaliptal
8 - Múmia falou!
9 - A reunião virtual da NATO foi um
espetáculo…
10 - Medina e Moedas, a mesma luta, o
mesmo lixo fedorento
vvvvvvvvvv ooooo vvvvvvvvvv
1
- A concorrência entre conferências
Um
powerpoint que dá pelo nome de Biden (ou Zombiden
se preferirem) vai organizar uma Cimeira pela Democracia que reunirá
representantes de 110 países e territórios, não sendo fácil descortinar onde haverá
democracia a sério.
É
fácil ver ali um acto de propaganda made in USA (ou… a mão do Blinken), de
isolamento dos rivais Rússia e a China, onde também a democracia não é pujante;
e a utilização de um perigoso ambiente global de crispação que justifique a
venda de armas através de um artefacto dos tempos da Guerra Fria, chamado NATO.
Curiosamente, foi dado lugar na democrática Cimeira a um regime racista e
genocida que devemos designar por entidade sionista. Mais profícuo parece ser
um Forum de Cooperação China-África, a decorrer no Senegal e, no âmbito do qual
os africanos irão receber 1000 M de vacinas, 60% das quais doadas.
O
que há no planeta não são democracias mas, “democracias” ancoradas em gangs
partidários nacionais, mais ou menos corruptos e, quase todos, repletos de impenitentes
mentirosos. Esses gangs decidem entre si quanto lhes cabe no saque do PIB;
quanto podem colocar em offshores; a boa vida que podem ter como intermediários
de grandes empresas; ou, como membros desses elementos centrais de tráfico
chamados escritórios de advogados. Claro, que se não envergonham do não
cumprimento de promessas aos povos, enganados, roubados, reprimidos e
anestesiados, via écran, por cinco horas diárias de propaganda ou imbecilidades.
Não
há democracia em nenhum regime político onde haja uma segregação entre eleitos
e eleitores; em que a representação seja indireta, entregue a pessoas
escolhidas no seio dos gangs partidários; e, todos inamovíveis por decisão
popular, como constitucionalmente conveniente. Para o efeito, convém manter as
populações como massas de ignorantes a quem compete trabalhar muito, por pouco
dinheiro; e, desde que seja o suficiente para amarrar toda a vida a prestações
bancárias para pagar casa e carro, as quais podem ser apropriadas pelos bancos,
em caso de incumprimento. NOV/2021
2
- Ataque judicial ao futebol. É a sério?
O
futebol não nos empolga e, menos ainda, nos perturba o sono. Na vida,
assistimos ao vivo a um único jogo, de final de taça, no Jamor; e, há muitos
anos.
A
justiça anda muito empenhada nas trafulhices e vigarices do futebol. Depois do
Benfica, foi o Porto e agora o Braga não se sabendo até onde irão, pois os mais
pequenos ao venderem passes aos maiores, certamente também embolsarão algum.
Compram-se
e vendem-se jogadores, sempre grandes craques, constantemente e, por muitos
milhões, merecedores de grande destaque nos pasquins da especialidade; a
maioria não chega ao estrelato e, rapidamente são transferidos, emprestados…
Num
negócio que envolve tanto dinheiro, perante as ligações mafiosas que se vão
sabendo haverá por aí muitos dirigentes limpos nos clubes de maior gabarito?
Naqueles que compram e vendem jogadores, constantemente e, por muitos milhões?
Se
a justiça acordou para esta área, terá de apresentar resultados concretos e
rápidos e não criar mais casos com epílogos para lá das calendas gregas ou
repletos de prescrições. NOV/2021
3
- O encravado Cravinho e os "casos" que, na tropa, são mais que
muitos
Lembram-se,
daqueles submarinos que não serviram para coisa alguma? Houve corruptores
condenados e corruptos inocentados. Recordar-se-ão que houve um almirante
medido na "estória”?
Lembram-se
das espingardas que desapareceram do quartel dos comandos, anos atrás?
Lembram-se
que na Força Aérea foi descoberto um conluio que envolveu altas patentes em
negócios de abastecimento, há uns cinco anos?
Lembram-se
da palhaçada de Tancos, com lotes de armas desaparecidos e reencontradas?
Agora
surgiu a estória dos militares garimpeiros que comentámos há dias.
A
corrupção em Portugal é endémica; resulta de um situação global de pobreza ou
mediania; resulta de um aparelho de justiça que empastela mais do que resolve;
resulta de uma legislação convenientemente confusa; resulta da presença de uma
população mansa que, por vezes rosna mas, nunca morde.
A
corrupção em Portugal é endémica. No tempo do fascismo era branqueada e
ocultada. No pós-fascismo diverte a plebe, não sendo difícil encontrar o
desabafo "no lugar dele eu faria o mesmo!) NOV/2021
4
- Marcelo, o Grande... e o próximo carnaval eleitoral
Depois
de uma vida política
sem brilho e repleta de fracassos, ei-lo na ribalta!
Restam-lhe
uns quatro anos de palco, de palavras de circunstância, muitos quilómetros para
percorrer, entre Seca e Meca, perante pequenas assembleias de basbaques em
disputa para a presença numa selfie
com a presidencial figura ao centro.
Camões
terá dito perante a inclusão de Portugal sob a tutela do rei de Espanha “morro
com a pátria!”. Marcelo poderá dizer “Sou presidente de um país que definha”…
na sequência da pesca à linha das empresas lusas interessantes, por parte de
capitalistas espanhóis.
Poucos
ombrearam com Marcelo no débito de palavras de circunstância, durante anos, em
cenário televisivo; e, acompanhado com interesse pelos profissionais da venda
de livros.
É
certo que o seu antecessor era um grunho tartamudo, antipático, distanciado,
incapaz de um abraço a quem tivesse perdido a sua casa num incêndio promovido
pela habitual incúria dos deveres estatais na gestão da floresta.
Marcelo,
encontra-se perante uma classe política desavinda, de papagaios baços e
cinzentos, de um empresariato caraterizado pela dependência do favor político e
de apresentar um nível de educação inferior ao dos seus subalternos; dos seus
desprezados precarizados. E, trata de chamar os chefes do empresariato para
ouvir o que têm a dizer, na sequência da recusa da proposta de orçamento, pela
maioria dos frequentadores de um antigo mosteiro beneditino. Não é invejável
ser prior de uma tão rasca freguesia…
Marcelo,
como pai castigador vai chamar os filhotes, um a um, para ouvir as suas queixas
e as reivindicações de apoios monetários, legislação permissiva para eles,
punitiva para os trabalhadores; tudo num contexto de aplicação das suas
qualidades de verboso catedrático.
Parece
que começará com uma tal IL, depois com um ventureco, prosseguindo a ocupação
de um dia de conversa, até ao final, em frente da barriga do Costa.
Portugal,
no inclinado declive da decadência; demográfica, económica e política. OUT/2021
5 - Rendeiro
e as instituições da paróquia
O
pobre Rendeiro, que emigrou para parte incerta, continua a evidenciar a
putrefação das instituições portuguesas, fintadas e aldrabadas desde 2010.
A
justiça portuguesa passados dez anos da falência do BPP permitiu que Rendeiro
fugisse com mais de 400 milhões… para uma reforma condigna. E, Rendeiro ainda
conseguiu que elementos da sua coleção de arte, em vias de arresto pela chamada
Justiça portuguesa fossem vendidos em Londres; por exemplo, três obras de Frank
Stella, uma delas por cerca de $ 69000.
Rendeiro
deve divertir-se bastante com as instituições da paróquia lusa. Entre a PJ e o
tribunal ninguém conseguiu um espaço para guardar as obras expostas no jardim
do ex-banqueiro; e, na realidade há 15 obras – à guarda da mulher do Rendeiro -
que não terão sido encontradas; e algumas das que sobraram do espólio… terão
sido falsificadas. No aldrabar é que está o ganho!
Uma
confusão que não deixa de ser trivial com instituições portuguesas
Para
animar este outono, prepara-se por aí mais um carnaval eleitoral, orquestrado
pelo impagável artista que dá pelo nome de Marcelo OUT/2021
6
- Nota enviada a P--- sobre o militarismo e a NATO
Saberás
que damos mais importância às grandes estruturas político-económicas do que às
questões sectoriais, não é verdade? E, por isso, talvez ainda te lembres da
PAGAN, certo? Embora não tivesses participado em qualquer ação
do grupo…
E
aí, nesse novembro de 2010, TODO o sistema político português estava sob
escrutínio pois ali, preparava-se um dos raros momentos centrados em algo que
ia muito além do que se passava em PT. O mundo iria notar que existia uma
paróquia com 10 milhões no sudoeste europeu, pendurada na Espanha.
De
facto, não era uma coisa sectorial. A Cimeira da NATO, em 2010, com a presença
de Obama tinha de ter sucesso e daí que o governo Sócrates tivesse fechado a
fronteira, deixando do lado de fora centenas de ativistas antimilitaristas. Sócrates
queria ficar bem na fotografia mas, foi sol de pouca dura; em Abril de 2011 os
banqueiros mandaram-no embora.
Internamente,
o governo, decidiu aprisionar alguns antimilitaristas no Monsanto enquanto,
confinava outros, que desfilavam na Avenida da Liberdade, entoando palavras de
ordem anticapitalistas, contra a NATO e o militarismo, cercados por dois
cordões policiais fortemente armados. Livre dessa repressão policial circulava
a chamada esquerda (PC/BE) ansiosa de voltar às costumeiras procissões típicas
da CGTP. Por seu turno, o PS dava mais uma amostra da sua essência reacionária
e subserviente.
O
antimilitarismo não tem muitos adeptos em Portugal. No lado mais à direita do
espetro parlamentar subscreve-se tudo o que provém dos EUA/NATO; mesmo que seja
a ocupação
da Base das Lajes pelos EUA, já sem a relevância estratégica de outros
tempos; ou o envio de dois aviões de guerra para defender um dos países
bálticos contra uma investida russa (!). E, do lado dos fãs do
trotsko-estalinismo, o tema NATO e o militarismo não são assuntos porque ainda
vivem na saudade das glórias dos massacres de Kronstadt e Ucrânia; e, suficientemente
desfasados no tempo, pretendendo um serviço militar obrigatório, por muito
desajustado que isso hoje, seja.
7 – O
domínio do eucaliptal
O
desenvolvimento do eucalipto juntou duas questões. A desertificação das áreas
rurais em geral, sobretudo de não-minifúndio com o envelhecimento da população
e a emigração dos anos 60. Os suecos acharam interessante plantar eucaliptos
por aqui, dadas algumas semelhanças climáticas com o sul da Austrália, de onde
veio a planta; e criaram empresas de pasta de papel em zonas de litoral, com
portos próximos (Figueira da Foz, Aveiro, Viana do Castelo, Setúbal) de onde a
pasta saía para as fábricas de papel… na Suécia, onde ficava o grosso do valor
acrescentado.
De facto, o
eucalipto seca tudo à sua volta e sorve muita água e, não parece que os
eucaliptais das empresas de celulose… ardam. Elas cuidam dos seus eucaliptais
com rigor.
A
questão dos fogos é curiosa. Há uns 15 anos houve fogos devastadores na Galiza,
seguindo-se uma nova orgânica de zelo pela floresta e na atuação dos bombeiros.
Claro que, em Pt tudo continua muito artesanal, baseado no espírito de
sacrifício dos bombeiros, geridos por “associações”, em conjunto controladas por
um tal Marta Soares (PSD), há muitos anos.
O
negócio das celuloses na parte mais alta da cadeia de valor, nada tem a ver com
os fogos cuja responsabilidade cabe aos “jeitosos”, aos ignorantes e aos
intermediários no fornecimento do material queimado nos fogos florestais… às
celuloses.
Alguns
anos atrás, o negócio dos “meios aéreos” no apoio ao combate aos fogos, era
controlado pelo PS/PSD, com Dias Loureiro e do seu seguidor António Costa, na
Administração Interna; ambos promoveram um outro negócio, o do SIRESP, ligado
ao gang BPN, segundo parece.
Os
“verdes”, os ecologistas em geral, conhecem bem os aspetos técnicos do negócio
mas são politicamente naïves; falta-lhes mapear e compreender o sistema
político–económico. Assim, andam de caso em caso e, caem na inocência de
procurar “sensibilidade” junto dos governos e da classe política; esta, naturalmente,
gosta de retirar dividendos das situações mas, obviamente não quer mudar coisa
alguma que possa afetar a sua ligação umbilical ao “pote”. A observação de um
dos primeiros grupos ecologistas, na Alemanha, a partir dos anos 70 e, o seu desenvolvimento
na área política até hoje, revela os partidos ecologistas como vulgares
reacionários. OUT/21
8 - Múmia
falou!
Cavaco
escreveu (ou alguém por ele) pois como orador não é famoso, dado o seu toque de
tartamudo. E, como é seu timbre, considera-se um sábio, algo que os seus
antigos alunos nunca lhe reconheceram. E, como tal, o que dele emana no jornal
Expresso é um ódio de quem está fora do mundo; um fogo-fátuo de quem não tem o savoir-faire do seu antecessor, Sampaio.
Cavaco
zurze em toda a gente excepto no seu antigo ajudante Passos Coelho, o conhecido
e aplicado tradutor das medidas da troika, mainato da perceptora Angela Merkel,
que várias vezes o repreendeu. E, claro, não refere as nulidades inseridas na
governação Passos, como a Albuquerque ou o Mota Soares.
Portugal
não é a Irlanda, sede de multinacionais que ali encontram cargas fiscais muito
benévolas, uma população instruída e falante de inglês; nem conseguiu os níveis
de escolaridade da Europa de Leste.
Portugal
saiu do fascismo com um atraso económico e educacional abissal que, em grande
parte ainda hoje é evidente.
Portugal
é uma periferia europeia e ibérica que teve o azar de ver o desmoronar do bloco
de Leste, quando julgava ficar sozinho na então CEE, como o campeão dos baixos
salários.
A
herança colonial foi constituída por empresas falidas, nacionalizadas e
capitalizadas pelo erário público, numa esperança falhada de reconstituição do
tecido económico. Cavaco procedeu às privatizações devolvendo empresas aos
antigos magnatas do regime fascista (Melos ou Champalimaud) e a empresas
estrangeiras, iniciando o hoje evidente domínio dos capitais espanhóis na
economia portuguesa.
Predominam
empresários com habilitações inferiores aos seus trabalhadores, coisa única na
Europa; mas sempre reclamando por dinheiro público, em trânsito para
off-shores, juntamente com o produto da corrupção da classe política; um país
pobre com elevada presença de altas cilindradas, algo que espantou os homens da
troika, ao chegarem a Portugal.
O
reacionarismo de Cavaco é marcado pelo ódio; e isso é o que o faz designar a
esquerda do regime em Portugal como extrema-esquerda, quando de facto é
constituída por grupos sociais–democratas não assumidos como tal; e, onde os
auto-intitulados socialistas ou sociais-democratas são típicos partidos de
direita. Daí que tenha surgido recentemente uma direita fascizante, em torno da
ventureca figura. Aqui,
nota das elevadas ideias da personagem.
OUT/2021
9 - A reunião
virtual da NATO
foi um espetáculo…
O
eventual sucessor de Merkel diz que a vitória dos talibans foi o "maior
desastre da NATO desde a sua criação".
De
facto, na queda de Saigão em 1975 o protagonismo foi todo dos EUA e não dos
seus subalternos do governo vietnamita e de outros envolvidos, australianos,
sul-coreanos... Os EUA foram derrotados no terreno pelos vietnamitas que vinte
anos antes (coincidência no lapso de tempo…) tinham humilhado os generais
franceses em Diem Bien Phu.
A
NATO não se envolveu no Vietnam. O intervencionismo guerreiro da prestimosa
instituição cuja coluna dorsal está no Pentágono estreou-se nos Balcãs
facilitando matanças, desuniões, antagonismos, para reproduzir o que há uns cem
anos já se chamava “balcanização”. A sua coroa balcânica de glória foi a
criação e sustentação financeira de um protetorado chamado Kosovo, localização
da base de Boldsteen, por acaso (?), bem no centro da Península; e de integrar
os países da área na ditosa NATO.
O
brilhante Stoltenberg emendou o alemão acima referido, rematando que "foi
o fracasso das autoridades afegãs que levou à tragédia que hoje
assistimos". Mais claramente, a culpa do fracasso não foi do procurador
Stoltenberg, nem do Pentágono mas de um funcionário afegão da NATO que entornou
a sopa. E, claro, que ninguém acuse os mercenários portugueses da NATO de não
cumprirem servilmente a ronda do aeroporto de Kabul!
Desta
vez, sem o dramatismo de Saigão, o Pentágono ordenou a retirada dos
funcionários afegãos que serviam os senhores da NATO e respetivas famílias;
como em tempos mais recuados, a criadagem acompanha os senhores.
Aparentemente,
não precisam de voar agarrados ao trem de aterragem dos helicópteros. Aliás o
funcionário NATO de serviço como presidente do país – um tal Ghani – até teve
tempo e a autonomia suficiente para fugir e ser acolhido nos Emiratos Árabes
Unidos. Ele saberá bem o que os talibans fariam a tão elevado serventuário da
NATO…
Fica
uma dúvida. Quem vai continuar o negócio da papoila após a saída dos súbditos
do Chewing Gum Kingdom, também
conhecido por USA? Qual o impacto do eventual aumento do preço do ópio? Na
reunião NATO de sexta-feira isso estará implicitamente na agenda?
Quem ainda tem a mania
das grandezas é o tosco e despenteado Boris, rematando que os talibãs "serão
julgados pelas suas ações, não pelas suas palavras". Será que a
Grã-Bretanha vai voltar a querer controlar o passo de Khiber, num regresso ao
século XIX?
AGO/2021
10 - Medina e
Moedas, a mesma luta, o mesmo lixo fedorento
Medina sempre se
revelou um inepto, uma pileca política; e, sem escrúpulos éticos.
Em junho de 2019, o
tosco Medina prestou vassalagem à representação sionista em Portugal, fornecendo
dados de ativistas na defesa dos direitos dos palestinianos. E o jornal Haaretz
revelou ações da Mossad para referenciar ativistas em Portugal; certamente com
o apoio do Medina.
O Medina é um
veterano. Também forneceu dados à China sobre dissidentes tibetanos. E agora
faz o mesmo quanto a opositores de Putin.
Mas não pensemos que o
candidato do PPD – Moedas - é melhor. Como comissário europeu foi responsável pelo financiamento a empresas de armas israelitas na
ordem de centenas de milhões de euros (elementos colhidos em comunicado do
Comité de Solidariedade com a Palestina).
Medina e Moedas, a
mesma luta, o mesmo lixo irreciclável.
Como
diria Almada Negreiros – Morte aos Dantas, plim! (JUN/2021)
Este e
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