domingo, 18 de janeiro de 2026

As balas da guerra parecem beliscar pouco as transações de energia

Os cães ladram e a caravana passa… Os palhaços mantêm-se no palco, a entreter os telespectadores. Mas agora, já se vai espalhando a realidade de cada dólar estar a ser garantido por um saldo negativo de $ 30 triliões, um valor de reembolso impossível mesmo que tudo nos EUA fosse vendido; e daí que a Rússia tenha recusado o pagamento em dólares dos seus hidrocarbonetos, para além de outros modelos de transações que, na Ásia, colocaram o dólar fora do circuito, de há algum tempo a esta parte. A decadência dos EUA segue-se à da Europa que, no final da II Guerra, havia aceitado a supremacia dos EUA, gerando a amálgama do que atualmente designamos por BideNato [1]. Neste conjunto, articulam-se duas situações. A decadência da Europa, constituída por pequenas paróquias nacionais, no exercício de constantes cotoveladas mútuas e, onde se destaca a Alemanha, a única potência comercial global dentro da UE. E o orgulho inglês, simbolicamente abatido com a independência da Índia e, consolidado quando Harold Wilson, 25 anos depois, decretou o Suez como limite oriental da atuação inglesa, aceitando a crescente estratégia dos EUA, que vem ancorando o seu poder numa presença militar disseminada pelo globo. O Center for Research on Energy and Clean Air (CREA) apurou o número de carregamentos de petróleo bruto, gás natural liquefeito, refinados de petróleo e carvão, durante os primeiros cem dias após o início da guerra na Ucrânia. Como se observa em seguida, a Rússia não tem tido dificuldades em vender… produtos energéticos. Mesmo que entre os compradores figurem países do círculo NATO. Descarregamentos de petróleo bruto russo (portos mais importantes) carregamentos Carga (1000 t) Roterdão (P. Baixos) 47 5345 Trieste (Itália) 30 3713 Maasvlakte (P. Baixos) 32 3645 Sikka (Índia) 20 2624 Nemrut Bay Turquia) 1887 Yeosu (Coreia Sul) 17 1793 Burgas (Bulgária) 15 1713 Gdansk (Polónia) 15 1680 Sta. Panagia (Itália) 14 1611 Lanshan (China) 14 1578 Total 220 25589 Descarregamentos de gás natural liquefeito (LNG) russo (10 mais importantes portos) nº de carregamentos Carga (1000 t) Montoir de Bretagne (França) 12 1162 Zeebrugge (Bélgica) 20 1079 Dunkerque (França) 5 484 Maasvlakte (P. Baixos) 8 433 Bilbao (Espanha) 4 387 Tianjin Xingang Pt (China) 4 317 Anjeong (Coreia Sul) 3 255 Kisarazu (Japão) 3 243 Niigata (Japão) 2 165 Yung-na (Taiwan) 2 159 63 4684 Descarregamentos de refinados de petróleo bruto russo (10 mais importantes portos) nº de carregamentos Carga (1000 t) 38 1554 Roterdão (P. Baixos) 33 1367 Ventspils (Letónia) 18 777 Hamburgo (Alemanha) 24 768 Sillamae (Estónia) 41 701 Amsterdão (P. Baixos) 15 663 Constantia (Roménia) 20 647 Agio Theodoroi (Grécia) 15 586 Korfez (Turquia) 12 472 Immingham (UK) 8 376 224 7911 O que será mesmo difícil é encontrar um naipe de gente tão minúscula como von Leyden, Boris, Stoltenberg, Zelensky, Borrell, sem esquecer o campeão Biden e o ajudante Costa, que tudo faz como servil caudatário nas altas esferas da burocracia europeia. E não referimos um verboso lusitano, por mais que se esmifre em frases tão cheias de profundidade literária, histórica e filosófica como "É o povo português a razão de sermos Portugal". Este e outros textos em: http://grazia-tanta.blogspot.com/ https://pt.scribd.com/uploads http://www.slideshare.net/durgarrai/documents ________________________________________ [1] Uma devida homenagem à incapacidade de Biden e de alguns confrades, como o fabuloso Boris, o inseguro trintanário Stoltenberg, o Borrel, a von Leyden, sem esquecer o esforço do mainato António Costa. Sobre o BideNato ver http://grazia-tanta.blogspot.com/2022/05/um-sobrevoo-do-bidenato.html Posted by grazia tanta at 10:14 Labels: classe política, decadência, energia, EUA, Europa, guerra, Rússia, Ucrânia, UE As balas da guerra parecem beliscar pouco as transações de energia Os cães ladram e a caravana passa… Os palhaços mantêm-se no palco, a entreter os telespectadores. Mas agora, já se vai espalhando a realidade de cada dólar estar a ser garantido por um saldo negativo de $ 30 triliões, um valor de reembolso impossível mesmo que tudo nos EUA fosse vendido; e daí que a Rússia tenha recusado o pagamento em dólares dos seus hidrocarbonetos, para além de outros modelos de transações que, na Ásia, colocaram o dólar fora do circuito, de há algum tempo a esta parte. A decadência dos EUA segue-se à da Europa que, no final da II Guerra, havia aceitado a supremacia dos EUA, gerando a amálgama do que atualmente designamos por BideNato [1]. Neste conjunto, articulam-se duas situações. A decadência da Europa, constituída por pequenas paróquias nacionais, no exercício de constantes cotoveladas mútuas e, onde se destaca a Alemanha, a única potência comercial global dentro da UE. E o orgulho inglês, simbolicamente abatido com a independência da Índia e, consolidado quando Harold Wilson, 25 anos depois, decretou o Suez como limite oriental da atuação inglesa, aceitando a crescente estratégia dos EUA, que vem ancorando o seu poder numa presença militar disseminada pelo globo. O Center for Research on Energy and Clean Air (CREA) apurou o número de carregamentos de petróleo bruto, gás natural liquefeito, refinados de petróleo e carvão, durante os primeiros cem dias após o início da guerra na Ucrânia. Como se observa em seguida, a Rússia não tem tido dificuldades em vender… produtos energéticos. Mesmo que entre os compradores figurem países do círculo NATO. Descarregamentos de petróleo bruto russo (portos mais importantes) nº de carregamentos Carga (1000 t) Roterdão (P. Baixos) 47 5345 Trieste (Itália) 30 3713 Maasvlakte (P. Baixos) 32 3645 Sikka (Índia) 20 2624 Nemrut Bay Turquia) 1887 Yeosu (Coreia Sul) 17 1793 Burgas (Bulgária) 15 1713 Gdansk (Polónia) 15 1680 Sta. Panagia (Itália) 14 1611 Lanshan (China) 14 1578 Total 220 25589 Descarregamentos de gás natural liquefeito (LNG) russo (10 mais importantes portos) nº de carregamentos Carga (1000 t) Montoir de Bretagne (França) 12 1162 Zeebrugge (Bélgica) 20 1079 Dunkerque (França) 5 484 Maasvlakte (P. Baixos) 8 433 Bilbao (Espanha) 4 387 Tianjin Xingang Pt (China) 4 317 Anjeong (Coreia Sul) 3 255 Kisarazu (Japão) 3 243 Niigata (Japão) 2 165 Yung-na (Taiwan) 2 159 63 4684 Descarregamentos de refinados de petróleo bruto russo (10 mais importantes portos) nº de carregamentos Carga (1000 t) 38 1554 Roterdão (P. Baixos) 33 1367 Ventspils (Letónia) 18 777 Hamburgo (Alemanha) 24 768 Sillamae (Estónia) 41 701 Amsterdão (P. Baixos) 15 663 Constantia (Roménia) 20 647 Agio Theodoroi (Grécia) 15 586 Korfez (Turquia) 12 472 Immingham (UK) 8 376 224 7911 O que será mesmo difícil é encontrar um naipe de gente tão minúscula como von Leyden, Boris, Stoltenberg, Zelensky, Borrell, sem esquecer o campeão Biden e o ajudante Costa, que tudo faz como servil caudatário nas altas esferas da burocracia europeia. E não referimos um verboso lusitano, por mais que se esmifre em frases tão cheias de profundidade literária, histórica e filosófica como "É o povo português a razão de sermos Portugal". Este e outros textos em: http://grazia-tanta.blogspot.com/ https://pt.scribd.com/uploads http://www.slideshare.net/durgarrai/documents ________________________________________ [1] Uma devida homenagem à incapacidade de Biden e de alguns confrades, como o fabuloso Boris, o inseguro trintanário Stoltenberg, o Borrel, a von Leyden, sem esquecer o esforço do mainato António Costa. Sobre o BideNato ver http://grazia-tanta.blogspot.com/2022/05/um-sobrevoo-do-bidenato.html Posted by grazia tanta at 10:14 Labels: classe política, decadência, energia, EUA, Europa, guerra, Rússia, Ucrânia, UE

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O CATACLISMO QUE SE APROXIMA

O CATACLISMO QUE SE APROXIMA Tendo em conta a difusão do que se chama informação, inclui-se ali o que é despejado sobre as multidões; o produto da apropriação pelos media, que surge, em regra, repleto de disparates e distorções que são sorvidos, mormente pelas televisões. O importante é a continuidade desse despejo, por mais repetitivo, disparatado e idiota que seja a comum produção dos media. O conflito na Ucrânia vai-se arrastando com a integração cada vez mais clara e poderosa de armamentos vindos de ambos os lados, para gáudio dos produtores; por outro lado, a atual situação no Médio Oriente, determinada pela barbaridade sionista, corresponde a uma interligação entre a manipulação da chamada “informação” e a guerra, com evidentes benefícios para a indústria militar e para os envolvidos na criação de armamentos para as novas gerações. Pouco importa para as elites políticas se os dirigentes são ineptos, corruptos ou mentirosos. Biden ficará sempre como um inepto, remetido para um canto da História, mesmo que seja mais relevante do que um assassino como Netaniahu; este, que tarda em ser colocado ao nível de outros patifes como Hitler ou, Mussolini. Os media promovem os produtos televisivos que manipulam e imbecilizam as grandes massas de elementos das classes médias e baixas. Em tempos passados, a informação era tomada como uma benesse para as massas populares, que nela confiavam; hoje, os media caracterizam-se, em grande parte, pelos sensacionalismos mediáticos, alimentando as pugnas entre os partidos políticos, os clubes de futebol e pujantes entidades repletas de corruptos, manipuladores e incapazes. Os media, estabelecem, apresentam e manipulam os imperativos definidos pelo capital global e, mais especificamente, pelos grandes grupos mediáticos. Por outro lado, pretende-se garantir a segurança das multinacionais, uma função que se cruza e se incorpora com a intervenção da área da defesa, mantendo-se a plebe, espalhada pelo planeta, particularmente atenta às pouco relevantes atitudes de descontentamento e protesto. Os grandes conglomerados económicos e populacionais, podem ou não, corresponder a conjuntos de poderes nacionais. Assim, entre aqueles aglomerados situam-se a China, a Rússia, a Índia e os EUA, evidenciando-se a UE como uma entidade essencialmente política e económica mas sem prerrogativas de caráter nacional. Essas limitações, pese embora o tempo decorrido desde a fundação da UE, mostram-se evidentes nas diferenças políticas, nas origens históricas, linguísticas e culturais. Nesse contexto, a UE mantém-se com uma grande heterogeneidade, com um conteúdo claramente economicista, como é típico nas instâncias nacionais, a começar pela diversidade de moedas nacionais. A globalização do capital apresenta uma situação de grandes diferenças no plano económico e a menorização da grande maioria dos estados nacionais europeus, infiltrados por grandes grupos globais, no seio de um “mercado financeiro” onde os antigos negócios nacionais ficam ultrapassados ou conquistados. Se alguém se recordar das instituições bancárias portuguesas de há uns anos, terá de se conformar com o domínio das instituições estrangeiras. Nunca o conceito de democracia se apresentou tão vazio e manipulado como nos tempos atuais; a intervenção do poder financeiro mostra um sistema em que o poder político é um biombo onde se articulam elementos das classes políticas nacionais, para a consolidação de um poder relativamente homogéneo, mesmo se a esse poder pertencem elementos nativos, desta ou daquela área territorial. No seio da UE cruzam-se os vários sectores nacionais, a intervenção dos grandes grupos financeiros e dos poderes políticos. Tempos atrás dizia-se que o capitalismo iria ser suplantado pelo socialismo, não sendo fácil definir o que seja o socialismo, tantas têm sido as suas versões e amálgamas, surgidas de simbioses políticas e económicas. Na realidade, o capitalismo tem um conceito muito claro, baseado no domínio por alguns, da riqueza produzida, com a dotação dos restantes, através de uma redistribuição imensamente desigual do rendimento; e, mais ou menos susceptível de equilibrar as diversas camadas sociais, mantidas mansas, obedientes, ausentes da realidade económica e política. O domínio ideológico, balança, no âmbito das massas, entre a tolerância promovida pelas classes políticas e pelos media, face ao que é emitido pela mescla que integra as classes políticas, o poder económico e o normativo emanado pelo conjunto do poder global ou, pelas hierarquias emitidas pelos poderes políticos nacionais.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Variação da população europeia 2015/2100

A variedade das dimensões demográficas no presente século baseia-se em países com pequenas populações ou, comparativamente, com uma dimensão populacional, na sua maioria, com pendor decrescente. Os países europeus mostram, maioritariamente, populações decrescentes, entre 2015 e o final do século. Os países com população crescente, no período, são poucos; apenas, Liechtenstein, França, Mónaco, Suécia, Suíça e UK. VARIAÇÃO DA POPULAÇÃO EM 2015/2100 Países europeus Var. População População 2025/2100 Var. % 2025/2100 Var. % Albania -1.6M -57% Liechtenst. 3.5K 9% Andorra -35.7K -43% Lithuania -1.6M -57% Austria -1.7M -19% Malta -185.5K -34% Belarus -4.6M -52% Moldova -1.5M -50% Belgium -697.8K -6% Monaco 9.1K 24% B.Herze. -1.8M -56% Montenegro -306.7K -48% Bulgaria -3.2M -47% Netherlands -839.3K -5% Croatia -1.7M -44% N. Macedonia-950.8K -52% Czechia -2.4M -22% Norway -209.5K -4% Denmark -139.3K -2% Poland -18.8M -49% Estonia -518.7K -39% Portugal -1.7M -16% Europe -152.2M -20% Romania -8.1M -43% Finland -1.0M -18% Russia -17.6M -12% France 1.8M 3% San Marino -2.4K -7% Germany -13.1M -16% Serbia -3.0M -45% Greece -3.7M -37% Slovakia -2.1M -37% Hungary -2.2M -23% Slovenia -485.0K -23% Iceland -35.7K -9% Spain -14.8M -31% Ireland -21.9K 0% Sweden 710.3K 7% Italy -23.8M -40% Switzerland 158.7K 2% Kosovo -579.4K -35% UK 4.8M 7% Latvia -928.2K -50% Ukraine -23.8M -61% milhares http//population.un.or/wpp milhóes A população europeia é, em grande maioria, uma população envelhecida, com baixa natalidade e, pendor decrescente no século XX; mesmo que a Europa seja o destino de gente vinda de África, América ou Ásia. As situações mais marcantes no sentido do decrescimento das populações evidenciam-se no Leste, como acima se pode observar. Destacam-se, entre outros países - Ucrânia (-61%), Albânia (-57%), Lituânia (-57%), Bósnia-Herzegovina (-56%), Bielorrússia (-52%), Macedónia do Norte (-52%), Letónia (-50%), Moldávia (-50%), Letónia (-50%), Polónia (-49%), Montenegro (-48%), Bulgária (-47%). Inversamente, as situações mais sólidas quanto ao crescimento populacional mostram-se em: Mónaco (24%), Luxemburgo (10%), Liechtenstein (9%), Suécia (7%), UK (7%), França (3%), Suíça (2%) Irlanda (0%). Entre estes estão presentes três pequenos estados; e, somente quatro, situados na faixa ocidental da Europa. Como se pode observar, entre os países com casos de crescimento demográfico, são poucos os situados na faixa ocidental da Europa. Grazia.tanta@gmail.com 18/02/2025

sábado, 10 de janeiro de 2026

As balas da guerra parecem beliscar pouco as transações de energia

 

As balas da guerra parecem beliscar pouco as transações de energia

Os     

Os cães ladram e a caravana passa… Os palhaços mantêm-se no palco, a entreter os telespectadores. Mas agora, já se vai espalhando a realidade de cada dólar estar a ser garantido por um saldo negativo de $ 30 triliões, um valor de reembolso impossível mesmo que tudo nos EUA fosse vendido; e daí que a Rússia tenha recusado o pagamento em dólares dos seus hidrocarbonetos, para além de outros modelos de transações que, na Ásia, colocaram o dólar fora do circuito, de há algum tempo a esta parte.

A decadência dos EUA segue-se à da Europa que, no final da II Guerra, havia aceitado a supremacia dos EUA, gerando a amálgama a que atualmente designamos por BideNato[1].

Neste conjunto, articulam-se duas situações. A decadência da Europa, constituída por pequenas paróquias nacionais, no exercício de constantes cotoveladas mútuas e, onde se destaca a Alemanha, a única potência comercial global dentro da UE. E o orgulho inglês, simbolicamente abatido com a independência da Índia e, consolidado quando Harold Wilson, 25 anos depois, decretou o Suez como limite oriental da atuação inglesa, aceitando a crescente estratégia dos EUA, que vem ancorando o seu poder numa presença militar disseminada pelo globo.

Center for Research on Energy and Clean Air (CREA) apurou o número de carregamentos de petróleo bruto, gás natural liquefeito, refinados de petróleo e carvão, durante os primeiros cem dias após o início da guerra na Ucrânia.

Como se observa em seguida, a Rússia não tem tido dificuldades em vender … produtos energéticos. Mesmo que entre os compradores figurem países do círculo NATO.

 

Descarregamentos de petróleo bruto russo

(10 mais importantes portos)


nº de carregamentos

Carga (1000 t)

Roterdão (P. Baixos)

47

5345

Trieste (Itália)

30

3713

Maasvlakte  (P. Baixos)

32

3645

Sikka (Índia)

20

2624

Nemrut Bay (Turquia)

16

1887

Yeosu (Coreia Sul)

17

1793

Burgas (Bulgária)

15

1713

Gdansk (Polónia)

15

1680

Sta. Panagia (Itália)

14

1611

Lanshan (China)

14

1578

 Total

220

25589





 

Descarregamentos de gás natural liquefeito (LNG) russo (10 mais importantes portos)

 

nº de carregamentos

Carga (1000 t)

 

Montoir de Bretagne (França)

12

1162

 

Zeebrugge (Bélgica)

20

1079

 

Dunkerque (França)

5

484

 

Maasvlakte  (P. Baixos)

8

433

 

Bilbao (Espanha)

4

387

 

Tianjin Xingang Pt  (China)

4

317

 

Anjeong  (Coreia Sul)

3

255

 

Kisarazu (Japão)

3

243

 

Niigata (Japão)

2

165

 

Yung-na (Taiwan)

2

159

 

 Total

63

4684

 






 

Descarregamentos de refinados de petróleo bruto russo (10 mais importantes portos)

 

nº de carregamentos

Carga (1000 t)


38

1554

Roterdão (P. Baixos)

33

1367

Ventspils (Letónia)

18

777

Hamburgo (Alemanha)

24

768

Sillamae (Estónia)

41

701

Amsterdão (P. Baixos)

15

663

Constantia (Roménia)

20

647

Agio Theodoroi (Grécia)

15

586

Korfez (Turquia)

12

472

Immingham (UK)

8

376

 

224

7911

 

O que será mesmo difícil é encontrar um naipe de gente tão minúscula como von Leyden, Boris, Stoltenberg, Zelensky, Borrell, sem esquecer o campeão Biden e o ajudante Costa, que tudo faz como servil caudatário nas altas esferas da burocracia europeia. E não referimos um verboso lusitano, por mais que se estique em frases tão cheias de profundidade literária, histórica e filosófica como "É o povo português a razão de sermos Portugal".

Este e outros textos em:

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[1] Uma devida homenagem à incapacidade de Biden e de alguns confrades, como o fabuloso Boris, o inseguro trintanário Stoltenberg, o Borrel, a von Leyden, sem esquecer o esforço do mainato António Costa que espera por um cargo fora da lusa paróquia. Sobre o BideNato ver http://grazia-tanta.blogspot.com/2022/05/um-sobrevoo-do-bidenato.html

 

Posted by grazia tanta at 10:14 

 

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